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Símbolos

Consulta de Taro


Para a pessoa que deseja fazer uma consulta de taro e ainda não sabe nada e pensa que taro é coisa de cartomante que também no sabe nada seria bom ler um pouco sobre a historia do taro através das citações abaixo. Depois da leitura você poderá fazer sua consulta de taro com tranquilidade e observar que a cartomante pode ate ser vidente porque a vidência é algo que a pessoa pode desenvolver como também a clarividência, então mais que isto a cartomante , ou tarologa como gostamos de chamar aqui nas Forças Místicas é uma vidente nem sempre mas uma estudiosa da consulta de taro. Então ela estuda o oráculo existem varias formas de oráculos e o taro é um deles . O oraculo do amor é muito procurado, pois no amor é onde passa toda nossa emoção ponto que muitas vezes carregamos com atrapes e rigidez.Outra forma de mostrar a história do taro no primeiro volume da trilogia sobre os estudos completos do taro — Taro, Ocultismo & Modernidade, Editora Elevação, São Paulo, 2000 —, mas há muitos dados a serem registrados então uma forma mais didatica seria mostrar a seqüência dos principais fatos, fazendo pequenos comentários no capítulo de "Gênese do Taro".

Tudo começou com o livro Taro dos Boêmios (Paris, 1889) que seguramente é o primeiro na história do tarô a abordar os arcanos, tanto sob a ótica da metafísica cabalística quanto dos jogos adivinhatórios em uma única obra, pois os outros autores de sua época ou se reportavam a um ou a outro aspecto. O livro em questão foi escrito pelo médico espanhol, radicado na França, Gérard Anaclet Vincent Encausse (1865-1917), conhecido como Papus

Entender um pouco do passado do taro. observe a bibliografia do Taro dos Boêmios e perceba que, de lógico sobre o estudo das cartas de taro, ele citava os autores de sua época até, no máximo, um século antes, precisamente, até 1775, sobre as idéias de Antoine Court de Gebelin. Li, então, algumas obras possíveis: Etteilla(1787), Claude de Saint Martin (1790), Saint Yves d’Alveydre (1830), J.A.Vaillant (1850), Eliphas Lévi (1854), Stanislas Guaita (1886), Mac Gregor Mathers (1888), Piobb (1890), mas não cheguei a lugar algum porque notei que todos citavam uns aos outros e todos possuiam como ponto de apoio Gebelin e Lévi, só. Até ai nenhuma novidade, pois todos os estudantes de taro já ouviram falar que eles escreveram vasta literatura sobre as origens das cartas. Ao pesquisar Antoine Court de Gebelin (1725-1784) informações dos ditos mestres ocultistas do século XIX. Gebelin era filho do famoso pastor evangélico francês Antoine Court (1695-1760) que restaurou a Igreja reformada na França, fundou um importante seminário para a formação de pastores evangélicos, sendo um grande historiador de sua época. Gebelin seguiu os passos de seu pai tornando-se um pastor e, mais tarde, também influenciado, interessou-se por mitologia, história e lingüística.

Embora alguns livros o citem como um ocultista, talvez, devido a sua obra sobre o taro, em sua biografia não encontrei qualquer referência a esse respeito. Em todo caso é mister esclarecer que ele não teve uma vida dedicada ao esoterismo. Tinha, sim, uma obsessão sem referências sobre a vida de Etteilla, nome completo ou datas pessoais, além do que está exposto nas obras dos ocultistas do século XIX; diziam que ele era um peruqueiro da corte francesa, professor de álgebra, amigo íntimo de Mlle Lenormand (famosa cartomante de Napoleão) e de Julia Orsini outra famosa cartomante francesa). Não se tem notícias de que tivesse pertencido a alguma ordem ou fraternidade oculta. Em todas as suas referências é tido como charlatão. Lévi e Papus revelam que ele se apropriou para benefício próprio das idéias da origem egípcia, da relação das letras hebraicas e egípcias feitas por Gebelin, criando seu próprio taro corrigido, compilando as obras de suas amigas e escrevendo onze livros. Instalou-se em um dos mais luxuosos hotéis de Paris, Hotel de Crillon, e começou a atender e ensinar a nata parisiense! Voilá, cherry! Gebelin e Etteilla devem ter falecido ricos e felizes, um sob a visão da fama científica e o outro do misticismo. Agora, vamos sair do contexto ocultista e voltar aos historiadores e arqueólogos que acreditaram na respeitada figura de Antoine Court de Gebelin até que Jean-François Champollion (1790-1832) decifrasse - verdadeiramente - os hieróglifos por intermédio da Pedra de Roseta. Champollion publicou em 1822 a relação legítima do alfabeto egípcio e seus fonemas. Este trabalho lhe rendeu o disputado cargo de curador do departamento egípcio do Museu do Louvre, em Paris, em 1826.

Após sua morte, foi publicado, em 1835, seu mais precioso trabalho no qual desvendava toda a gramática e literatura egípcia jamais revelada em toda a história desde o seu desaparecimento na Era Copta. Descobre-se, então, que tudo o que Gebelin escrevera a respeito do taro como língua primeva e codificação dos hieróglifos egípcios estava absolutamente errado e que em nada poderia se sustentava perante as verdadeiras revelações da história do Egito. Não existe a palavra taro na língua egípcia (!), muito menos o que supostamente Gebelin disse ter traduzido (!); também, tudo o que ele decifrara de alguns hieróglifos estava simplesmente errado (!). Esta é a parte negligenciada pelos ocultistas, bem como a forma inconsistente da revelação de que precisou de quinze minutos para descobrir a própria origem das cartas de taro, mexeram com o imaginário popular e, conseqüentemente, dos esotéricos e exotéricos; pois fica muito claro nas obras de todos os ocultistas do final do século XVIII e início do XIX que no âmbito tradicional do universo das ciências ocultas nunca se analisou ou questionou o taro — são palavras do próprio Gebelin e de todas as pessoas posteriores a ele, sem exceção. Este é, sem dúvida, um dos dados mais importantes a serem analisados no que tange à tão exultada (glorificada, alvoroçada, jubilada) expressão "tradição do taro", pois tradição não é algo que se extingue e depois reaparece.

Lévi, em seu primeiro livro (1854), Dogma e Ritual, páginas 405 a 421, e no segundo, História da Magia, páginas 76 e 242 a 252, execra as obras e a conduta de Etteilla, contesta a origem egípcia de Gebelin e repudia a palavra tar=caminho e ot=real. Vai mais além: Introduz o conceito de que Moisés escondeu nos símbolos do taro a verdadeira cabala e depois ensinou aos egípcios o jogo de carta. Também, pela primeira vez, um ocultista, em toda a história da magia, faz uma acalentada tese de associações das letras hebraicas com os arcanos e diz que a palavra taro é análoga a palavra sagrada IHVH, sendo também uma variação das palavras Rota / Ot-tara / Hathor / Ator / Tora / Astaroth / Tika.

Assim como no livro de Papus, numa segunda leitura, igualmente encontra-se críticas às mulheres na obra de Lévi, um pouco mais cruéis eu diria — desdenha Mlle Lenormand chamando-a de gorda, feia, ininteligível e louca, e duas outras cartomantes, Madame Bouche e Krudener, de prostitutas (coquetes ou Salomé à época) — História da Magia, páginas 346 e 347. Reparei que tanto Lévi quanto Papus condenavam as práticas femininas de cartomancia, achavam que elas usurpavam o poder do homem na ciência oculta.

Duas passagens em seu livro História da Magia, páginas 78 e 251, e uma no Dogma e Ritual, página 420, que me deixaram muito intrigado. Parece que ele sabia da verdade sobre o passado do tarô, mas se foi por ingenuidade ou se propositalmente, preferiu não dar importância. Primeiro, ele diz que o tarô mais antigo que se conhece é o Taro Eliphas Levi, por ter uma linguagem metafísica muito eloqüente e por sua dissertação dos conceitos cabalísticos em associação ao taro, chamou a atenção dos ocultistas ingleses, principalmente, Mac Gregor Mathers (1854-1918). Mac Gregor adota o sistema cabalístico de Lévi, mas faz correções segundo seu entendimento pessoal para aplicar, pela primeira vez na história da magia, o taro como forma de meditação e monografia para atingir os degraus de uma ordem esotérica: a Golden Dawn, 1888. Esta fraternidade mudaria por completo a visão do taro no mundo (!) por intermédio de seus dissidentes no início do século XX — Arthur Waite, Carl Zain, Israel Regardie, Aleister Crowley. No mesmo ano da fundação dessa ordem, Mac Gregor lança um livro, The Tarot, its occult signification, com base no trabalho de Lévi, Guaita, Etteilla, Gebelin, acrescentando correções que achou necessárias sobre a relação da cabala com o taro. Voltemos a Papus. o Tarô dos Boêmios é uma fonte arqueológica do tarô! Tudo está absolutamente lá, só não vê quem não quer! Em cada título de seu livro há subtítulos se referindo a todos os demais. Dentre as obras de tarô que ele possuía em sua biblioteca, Gebelin era o autor mais antigo e Mac Gregor o mais atual. Então, vamos observar a principal cadeia viciosa sobre as origens do tarô: Gebelin (1775) – Etteilla(1783) - Saint Martin (1792) – Vaillant (1853) – Lévi (1854) – Christian (1854) – d´Alveydre (1884) – Guaita (1886) – Mathers (1888) - Barlet (1889) – Papus (1889) e ponto final! Um se baseou no outro, cada qual colocou sua teoria (achismo), fez suas próprias correções e ninguém questionou nada — ingenuidade, manipulação, arrogância, vaidade, eloqüência?

E, uma realidade bem cruel é que todos eles não sabiam absolutamente nada sobre o taro e suas origens; no entanto, algo considero interessante: Por mais que fizessem a retórica cabalística e a verborréia para provar seus pontos de vistas, as explicações práticas sobre os jogos do taro terminavam nas cartilhas de Etteilla e das cartomantes. Os patronos do taro — Gebelin, Etteilla, Lévi, Mac Gregor e Papus; foi graças a estes cinco personagens que o tarô é

Consulta de taro é uma forma de revelar a essência esotérica da forma mais primordial. Mas o que vem a ser esoterismo : esoterismo é um conjunto de tradições e interpretações filosóficas das doutrinas e religiões que buscam desvendar seu sentido supostamente oculto. O termo esotérico refere-se ao que está dentro em contrapartida ao que esta fora e que é designação como exotérico.

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